olharOlhardum rio,o barqueiro.Suspende-se a margem,dói-te o serde si, próximo....(Já não pelos seus olhos.)Olhar: o espaçoacelera-see o tempo pára;é a terra, todo(habitado e), sem vidaàs formas se deixa, devidoa uma gravidade o pensamento;único, o que de tudonada morre, sem existirpor aquele olhar.
feala pesada toneladas! rasteira queda de folhasde uma árvore,(entre quartos de moribundos amores, parasitaspartilhados, esganados felinos, desacompanhados seres.)elos quebram-se num lastro de dores esquerdinas, e- já não é o que era ! continua lista:intermináveis gestos quotidianos emcarne viva abandonados círculos aincompetentes abutres.o arranhão nas costas, e, outros, merosgalhos em profundidade na pegajosapodridão e fealdade, doutros pecados.